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Câmara Hiperbárica

Este processo permite que o oxigênio chegue ao cérebro, cartilagens, ossos e tecidos, incluindo o tecido nervoso, que não o recebem adequadamente por diversas alterações circulatórias. Também facilita o aumento do controle sobre infecções e a rápida recuperação de uma infindável quantidade de patologias, doenças degenerativas e circulatórias. Colabora e unifica as terapias que os médicos adotam frente a determinadas patologias evitando, assim, as conseqüências de lesões mais graves e deteriorações físicas produzidas pelos estados de Hipóxia (falta de Oxigênio).

Indicações e Medicina Hiperbárica

Em diversas oportunidades os médicos procuram um método de “cura” para as distintas patologias com base no tratamento hiperbárico, solicitando protocolos de uso, publicações especializadas e provas clínicas para cada uma das aplicações indicadas pela medicina hiperbárica.

É importante ter em conta que a medicina hiperbárica é a medicina habitualmente indicada pelo médico especialista, complementando o tratamento com uma alta dose de Oxigênio que torna o processo de recuperação e reabilitação mais eficaz.

A câmara hiperbárica oferece ao médico profissional uma ferramenta que lhe permite incrementar eficácia à medicina que aplica habitualmente, aumentando as possibilidades de que o paciente se recupere.

Os médicos conhecem bem a cadeia de benefícios gerados por uma forte hiperóxia e a forma mais eficaz de consegui-la é mediante o tratamento em câmaras hiperbáricas.

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Utilização da Câmara Hiperbárica Revitalair

As Câmaras Hiperbáricas Revitalair são de utilização muito simples.

Depois de montar a câmara segundo as indicações do manual, liga-se o compressor de ar e o paciente ingressa nela, fecha a porta e o compressor começa a encher a cabina de ar. A pessoa encosta-se e o processo de compressão começa. Durante este período o paciente pode notar um ligeiro desconforto nos ouvidos idêntico ao que se sente na subida ou descida de um avião.

Estes desconfortos apresentam-se durante a compressão e descompressão que duram, em ambos casos, entre 3 a 4 minutos cada uma, o primeiro para chegar de 1 ATM a 1.35 e o segundo para descer de 1.35 ATM a 1.

Este desconforto produz-se pela diferença de pressão entre o ouvido externo e o ouvido interno fazendo com que a membrana do tímpano se deforme, gerando um desconforto e inclusive dor. A forma mais fácil de evitá-lo é abrir a boca e bocejar. Desta forma, abrem-se uns condutos que possuímos atrás do nariz e que conectam com a garganta (trompas de Eustáquio), cuja abertura equilibra a pressão entre o exterior e o ouvido interno.

Outra forma de abrir estes condutos é engolindo saliva ou fazendo apenas a manobra de engolir, respirando com a boca aberta e tapando o nariz, por último, se isto não os abre, deve-se tapar o nariz, fechar a boca e fazer pressão, a algumas pessoas também lhes serve mexer o maxilar inferior de lado a lado.

Não deixe que o desconforto vá crescendo, mal sinta os sintomas, faça a manobra já que resulta más fácil compensar quanto menor seja a pressão diferencial. Se isto não funcionar, deverá despressurizar a câmara e voltar a pressurizá-la para fazer a manobra de compensação de forma mais assídua. Uma vez igualada a pressão à do exterior, ou seja, quando a pressão exterior volta a 1 ATM, pode-se abrir a porta para sair da câmara. Normalmente uma sessão de Câmara Hiperbárica dura em media uma hora mas este tempo é indicado pelo médico segundo a necessidade do tratamento.